Uma Igreja Missional Pratica e Prega o Arrependimento

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Veja o índice na introdução

Por ter grande consideração pelas Escrituras, uma igreja missional também tem grande consideração pela pregação e pelo ensinamento da Palavra de Deus. Através do ensinamento da Palavra de Deus, os líderes de uma igreja “pecadores” forem chamados para o arrependimento, então eles erroneamente pensarão que a igreja está tentando transformá-los em pessoas religiosas, enquanto os religiosos não enxergam que também são pecadores e que precisam se arrepender e viver com humildade pela graça de Jesus.

Foram os líderes religiosos a quem Jesus repreendeu mais fortemente e os que mais violentamente se opuseram a ele; se desejamos seguir o exemplo de Jesus, devemos ser tão diretos com as pessoas religiosas, como foi Jesus, e reconhecer que elas serão nossos maiores críticos e adversários.

Por fim, para estabelecer um exemplo permanente para todos, os líderes de uma igreja missional abertamente confessam seus próprios pecados, assim como suas constantes lutas e derrotas. Esse tipo de arrependimento também é demonstrado ao menos de vez em quando, no púlpito e pelo pregador, que deve ser honesto com relação àquilo que Deus está lhe ensinando e como Deus o está convencendo, a fim de garantir que todos saibam que, na igreja, Jesus é o herói perfeito e o pastor é meramente um servo humilde. Espera-se que seja estabelecida uma cultura de humildade e arrependimento sincero na igreja, uma cultura que dê a todos a oportunidade de seguir os líderes, ao reconhecerem pessoalmente sua necessidade da graça de Jesus que salva, perdoa e transforma.


MARK DRISCOLL & GERRY BRESHEARS

Igreja Vintage

Questões Atemporais e Métodos Modernos

Clareza e fidelidade bíblicas sobre o que é a igreja em relação à cultura são cada dia mais difíceis de serem encontradas na nossa cultura dominada pelo consumismo. Igreja Vintage se destaca como um livro que aborda temas difíceis e está disposto a se manter flexível dentro dos limites da cultura – ambos sem perder um compromisso fervoroso com as Escrituras como nossa fundação sólida.

Uma Igreja Missional é Bíblica

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Veja o índice na introdução

Uma igreja missional não apenas acredita que a Bíblia é a Palavra verdadeira de Deus, mas pratica tudo aquilo que as Escrituras ensinam ao máximo da sua capacidade. Uma igreja missional tem uma profunda confiança na Bíblia e grande amor a ela, buscando ancorar todos seus ensinamentos e sua vida na narrativa das Escrituras Sagradas e preservar a verdade. Por ser bíblica, uma igreja missional briga pelas partes das Escrituras que são fundamentais para o evangelho de Jesus Cristo, fazendo isso com graça e humildade, para que seja bíblica não apenas no que se refere à doutrina, mas também à conduta. Nos dias de hoje, isso significa que não Credo Apostólico e Niceno definiram, mas também pelas respostas bíblicas aos ataques mais recentes contra a verdade bíblica. Portanto, é importante hoje lutarmos por doutrinas como as seguintes:

  • A Bíblia é a Palavra de Deus inerrante, a verdade atemporal na linguagem e história humana;
  • A soberania e o conhecimento prévio de Deus;
  • A verdadeira humanidade, feita à imagem de Deus, embora tenha se tornado difusamente depravada devido ao pecado;
  • O nascimento virginal e a ressurreição de Jesus;
  • A morte de Jesus como nossa substituição penal, nosso triunfo sobre o poder das trevas e modelo para a vida de todos os cristãos;
  • A exclusividade de Jesus como o único caminho possível para a salvação;
  • Distinções entre os gêneros masculino e feminino, projetados por Deus e complementares um ao outro, e a pecaminosidade de qualquer atividade sexual fora do casamento heterossexual;
  • Os tormentos eternos e conscientes do inferno para aqueles que não crerem em Jesus;
  • A preeminência do reino de Deus sobre a cultura humana;
  • O reconhecimento de que Satanás e seus demônios são reais e agem no mundo.

Por último, pelo fato de ser bíblica, uma igreja missional está sempre, unicamente, exclusivamente, integralmente, apaixonadamente, intransigentemente, incondicionalmente, firmemente e continuamente focada em Jesus como Deus, Salvador, Senhor, Herói, Esperança e Amigo! A igreja missional não quer usar termos e títulos vagos, como Deus, dentro dos quais não-cristãos e falsos mestres podem despejar seu próprio significado não-bíblico, por isso, nas igrejas missionais, prefere-se usar o nome de Jesus.


MARK DRISCOLL & GERRY BRESHEARS

Igreja Vintage

Questões Atemporais e Métodos Modernos

Clareza e fidelidade bíblicas sobre o que é a igreja em relação à cultura são cada dia mais difíceis de serem encontradas na nossa cultura dominada pelo consumismo. Igreja Vintage se destaca como um livro que aborda temas difíceis e está disposto a se manter flexível dentro dos limites da cultura – ambos sem perder um compromisso fervoroso com as Escrituras como nossa fundação sólida.

O que é uma Igreja Missional? [Introdução]

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“Deus é um Deus de envio, um Deus missionário, que chamou o Seu povo, a igreja, para ser agentes missionários de Seu amor e glória. O conceito missional sintetiza esta ideia.”

Começamos hoje uma série de 10 postagens sobre o que é uma igreja missional extraído do livro Igreja Vintage, futuro lançamento da Editora. Acompanhe!

O que é ser Missional? Veja um pequeno vídeo.

    1. Uma igreja missional é bíblica
    2. Uma igreja missional pratica e prega o arrependimento
    3. Uma igreja missional mergulha na cultura
    4. Uma igreja missional contextualiza o evangelho
    5. Uma igreja missional ama solteiros e casados
    6. Uma igreja missional treina cristãos como missionários
    7. Uma igreja missional é sobrenatural
    8. Uma igreja missional é contracultural
    9. Uma igreja missional se multiplica
    10.  Uma igreja missional é uma “confusão”

MARK DRISCOLL & GERRY BRESHEARS

Igreja Vintage

Questões Atemporais e Métodos Modernos

Clareza e fidelidade bíblicas sobre o que é a igreja em relação à cultura são cada dia mais difíceis de serem encontradas na nossa cultura dominada pelo consumismo. Igreja Vintage se destaca como um livro que aborda temas difíceis e está disposto a se manter flexível dentro dos limites da cultura – ambos sem perder um compromisso fervoroso com as Escrituras como nossa fundação sólida.

Que Deus nos dê graça suficiente para colocarmos em prática aquilo que Driscoll e Breshears expõem. Volumes cuidadosamente fundamentados e escritos com clareza sobre a natureza da igreja são de fato raros. Aqui, a impressão geral é que décadas de pesquisa foram compiladas em uma obra extremamente fácil de ler. Assuntos complexos e delicados são raramente tratados de maneira sucinta e com suas questões principais discutidas de forma concisa e fundamentadas por explicações múltiplas.

 

Mark Driscoll – pregação completa – O Homem e o casamento

Por Mark Driscoll | marshillglobal.com
Tradução: adamfoerster | realmetanoia.com

O Debate em Torno da Justificação: Uma Introdução [3/3]

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Por dois dos mais proeminentes pastores-teólogos do mundo: a justificação e que diferença ela faz. John Piper e N.T. Wright, compilado por Trevín Wax. Copyright © 2009 Christianity Today.  Tradução: danieldliver.blogspot.com

Desde a matéria da revista Christianity Today, em agosto de 2007, “O que é queo Paulo realmente quis dizer?” Piper e Wright levaram o debate sobre a justificação da academia para as massas. Aqui é onde os dois evangélicos divergem.

John Piper: Pastor da Igreja Batista Bethlehem em Minneapolis. Autor de “O Futuro da Justificação: Uma Resposta a N. T. Wright” [lançamento da editora Tempo de Colheita].

N.T. Wright: bispo de Durham, da Igreja da Inglaterra. Autor de “Justification: God’s Plan and Paul’s Vision [Justificação: O Plano de Deus e a Visão de Paulo].

Como isso acontece

Piper: Pela fé somos unidos a Cristo Jesus, de modo que, em união com ele, a sua perfeita justiça e punição, são contadas como nossas (imputada a nós). Desta forma, perfeição é fornecida, o pecado é perdoado, ira é removida, e Deus é totalmente por nós. Assim, por si só Cristo é a base da nossa justificação, e fé que nos une a ele é o meio ou instrumento da nossa justificação. A confiança em Cristo como Salvador, Senhor, e Supremo Tesouro da nossa vida produz os frutos do amor, ou tal confiança está morta.

Wright: o próprio Deus, na pessoa de Jesus Cristo (o fiel israelita), chegou, permitindo a continuação do seu plano para salvar os seres humanos, e, através deles, o mundo. O Messias representa o seu povo, permanecendo para eles, tendo sobre si a morte que merecia. Deus justifica (declara justos) todos aqueles que estão “em Cristo”, para que a vindicação de Jesus após a sua ressurreição torne-se a reivindicação de todos aqueles que confiam nele. Justificação refere-se a declaração de Deus de quem está no pacto (esta família de Abraão de âmbito mundial a quem Deus através da qual os propósitos de Deus podem agora ser extendidos a todo o mundo) e é feita com base na fé em Jesus Cristo somented, não nas “obras da lei “(isto é, emblemas de identidade étnica que uma vez mantiveram judeus e gentios separados)

Justificação Futura

Piper: A justificação presente baseia-se na obra substitutiva de Cristo somente, desfrutada em união com ele por meio da fé somente. Futura justificação é a confirmação aberta e declaração de que em Cristo Jesus somos perfeitamente inocentes diante de Deus. Este julgamento final concorda com as nossas obras. Isto é, o fruto do Espírito Santo em nossas vidas será apresentados como os elementos de prova e confirmação da verdadeira fé e união com Cristo. Sem essa validação de transformação, não haverá salvação futura.

Wright: A justificação presente é o anúncio emitido com base na fé e confiança somente de quem faz parte da família da aliança de Deus. A presente sentença dá a garantia de que o veredito a ser anunciado no Último Dia se combinarão; o Espírito Santo dá o poder através do qual o futuro veredicto, quando dado, será visto como estando em conformidade com a vida que o crente tem então vivido.


Confira os lançamentos da Editora sobre o tema:

O Debate em Torno da Justificação: Uma Introdução [2/3]

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Por dois dos mais proeminentes pastores-teólogos do mundo: a justificação e que diferença ela faz.

John Piper e N.T. Wright, compilado por Trevín Wax. Copyright © 2009 Christianity Today. 

Tradução: danieldliver.blogspot.com

Desde a matéria da revista Christianity Today, em agosto de 2007, “O que é que Paulo realmente quis dizer?” Piper e Wright levaram o debate sobre a justificação da academia para as massas. Aqui é onde os dois evangélicos divergem.

John Piper: Pastor da Igreja Batista Bethlehem em Minneapolis. Autor de “O Futuro da Justificação: Uma Resposta a N. T. Wright” [lançamento da editora Tempo de Colheita].

N.T. Wright: bispo de Durham, da Igreja da Inglaterra. Autor de “Justification: God’s Plan and Paul’s Vision [Justificação: O Plano de Deus e a Visão de Paulo].

Judaísmo do Primeiro Século

Piper: Muitos judeus nos dias de Jesus (como os fariseus descritos no Evangelho) não viam a necessidade de um substituto, a fim de estar bem com Deus, mas procuraram estabelecer a sua própria justiça através das “obras da lei.” Quer manter sábado ou não cometer adultério, estas obras se tornaram a base de uma posição correta com Deus. A inclinação para confiar em um cerimonial próprio e em atos morais é universal, à parte da graça divina.

Wright: Os judeus dos dias de Jesus acreditavam que a Lei fora dada a eles como pessoas que já estavam em comunhão com Deus. Portanto, a lei não era encarado como uma forma de ganhar o favor Deus, mas como um sinal de que já estava em um pacto com Deus. As “obras da lei” não são maneiras de ganhar favor com Deus, mas emblemas de identidade da aliança pelos quais se determina quem está no pacto e quem não está. Muitos judeus nos dias de Paulo estavam agarrados a esses marcadores de identidade (sábado, circuncisão) de uma forma que fizeram a sua identidade judaica exclusiva. Por conseguinte, o seu exclusivismo estava impedindo a promessa de Deus de fluir para as nações.

O Evangelho

Piper: O coração do evangelho é a boa notícia de que Cristo morreu por nossos pecados e foi levantado dentre os mortos. O que torna boa esta notícia é que a morte de Cristo realizou uma justiça perfeita diante de Deus e sofreu uma condenação perfeita de Deus, ambas as quais são contabilizadas como nossas através da fé somente, de modo que temos vida eterna com Deus no novo céu e na nova terra .

Wright: O evangelho é o anúncio de que o real crucificado e ressuscitado Jesus, que morreu por nossos pecados e subiu novamente de acordo com as Escrituras, foi entronizado como o verdadeiro Senhor do mundo. Quando este evangelho é pregado, Deus chama as pessoas para a salvação, por pura graça, conduzindo-os ao arrependimento e fé em Jesus Cristo como o Senhor ressuscitado.


 

Confira os lançamentos da Editora sobre o tema:

O Debate em Torno da Justificação: Uma Introdução [1/3]

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Por dois dos mais proeminentes pastores-teólogos do mundo: a justificação e que diferença ela faz.

John Piper e N.T. Wright, compilado por Trevín Wax. Copyright © 2009 Christianity Today. 

Tradução: danieldliver.blogspot.com

Desde a matéria da revista Christianity Today, em agosto de 2007, “O que é queo Paulo realmente quis dizer?” Piper e Wright levaram o debate sobre a justificação da academia para as massas. Aqui é onde os dois evangélicos divergem.

John Piper: Pastor da Igreja Batista Bethlehem em Minneapolis. Autor de “O Futuro da Justificação: Uma Resposta a N. T. Wright” [lançamento da editora Tempo de Colheita].

N.T. Wright: bispo de Durham, da Igreja da Inglaterra. Autor de “Justification: God’s Plan and Paul’s Vision [Justificação: O Plano de Deus e a Visão de Paulo].

O Problema

Piper: Deus criou um mundo bom que foi submetido a futilidade devido à escolha pecaminosa e pérfida dos primeiros seres humanos. Devido a esta ofensa contra a glória de Deus, os seres humanos estão alienados de seu Criador e merecem apenas a sua condenação por seus pecados.

Wright: Deus criou um mundo bom, concebido para ser analisado e depois trazidos para a sua finalidade através de sua imagem, por meio dos seres humanos. Este objetivo foi contrariado pela escolha pecaminosa dos primeiros seres humanos. Devido ao pecado humano, o mundo tem de ser endireitado novamente e sua finalidade original levada até a conclusão. A finalidade de Deus ao “endireitar” os seres humanos é que através deles, o mundo possa ser endireitado.

A Lei

Piper: Deus revelou-se através da lei, que apontou a Cristo como seu objetivo e alvo, comandou a obediência que provém da fé, aumentou a transgressão, e calou a boca de todos os seres humanos porque ninguém tem realizado a justiça da lei de modo a não necessitar de um substituto.

Wright: Deus fez uma aliança com Abraão, a fim de pôr em marcha o seu plano para salvar o seu mundo através da família de Abraão. Deus deu ao seu povo a Torá, sua santa lei, como um pedagogo — uma forma de evitar que Israel, o caprichoso povo de Deus, desviasse totalmente fora de pista até a vinda do Messias. Israel deveria incorporar a Lei e, portanto, ser uma luz para as nações. Mas Israel falhou nessa tarefa.

Justiça de Deus

Piper: A essência da justiça de Deus é a sua inabalável fidelidade para defender a glória do seu nome em tudo que ele faz. Nenhuma ação singular, como a manutenção da aliança, é a justiça de Deus. Pois todos os seus atos são feitos em justiça. A essência do retidão humana é a inabalável fidelidade para defender a glória de Deus em tudo o que fazemos. O problema é que todos nós estamos aquém deste glória, isto é, não existe ninguém justo.

Wright: A justiça de Deus refere-se à própria fidelidade à aliança que fez com Abraão. Israel foi infiel a esta comissão. O que é agora necessário, se o pecado mundial dever ser tratado em uma família de nível mundial criada por Abraão, é um fiel israelita que pode ser fiel ao pacto de Israel.


 

Confira os lançamentos da Editora sobre o tema: